CASA AGRÍCOLA ÁGUIA MOURA

 

A “Casa Agrícola Águia Moura” é uma pequena empresa familiar que se dedica, aliando a tradição e a modernidade, á produção de vinhos DOC Douro, tendo sempre o objetivo de obter produções de vinhos com um grande potencial de qualidade.

A sua exploração agrícola situa-se na Região Demarcada do Douro, sub-região Cima-Corgo, concelho de Murça, freguesia de Candedo, no lugar de Martim; tem aproximadamente 50ha de terra, dos quais, 30ha são ocupados pela cultura da vinha.

 

A família Águia Moura conta com várias gerações de dedicação à prática da viticultura nesta região. Presença documentada desde meados do século XIX, sendo contudo anterior aquela data.

Como forma de melhor gerir a sua atividade foi criada em 24 de Julho de 1961 a sociedade comercial, “Moura & Irmãos, Lda“, tendo como atividade dominante o fabrico de azeite em lagar próprio, tirando partido do cultivo na região de azeitona de qualidade.

Atualmente a sociedade com a firma, “Casa Agrícola Águia Moura” põe a tónica na produção, em adega própria, de vinhos DOC Douro, com uvas provenientes da sua exploração, procurando um compromisso harmonioso entre o meio, a viticultura e a enologia, que seja potenciador de equilíbrio e qualidade.

Tem realizado fortes investimentos de reestruturação e modernização da vinha, com vista a respeitar e otimizar a qualidade do produto daí extraído.

No encepamento das vinhas foram usadas castas brancas e tintas recomendadas nesta região vitivinícola e de reconhecidas qualidades, de acordo com o local. O encepamento tinto, que totaliza cerca de 20ha da área total da vinha, é constituído principalmente pelas castas, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinto Cão e Sousão. A restante área é ocupada pelo encepamento branco, de castas como, Viosinho, Gouveio, Códega do Larinho, Rabigato, Arinto, Malvasia Fina, Boal e Folgasão.

Martim, onde centra a sua atividade, localiza-se num pequeno declive na margem esquerda do rio Tinhela, pertence á freguesia de Candedo, umas das freguesias mais populosas e de maior potencial económico do concelho de Murça. É nela que se produz a maior parte do “Vinho de Benefício”, suporte financeiro de todo o Concelho.

A composição geológica do solo é variada, apresentando solos xistosos, graníticos e quartzítico. O solo, em geral, é considerado, sob o ponto de vista agrícola, dos mais pobres de Trás os Montes, com algumas excepções, impondo-se nele, sobretudo, o cultivo da vinha.

Tendo em conta as características do solo e do relevo, o clima apresenta se muito específico, sendo o Concelho dividido em três zonas geográficas distintas, denominadas Terra Fria, Terra Quente e Montanha. A primeira estende se por um planalto de 700, 800 metros, sendo influenciada pelos ventos frios da Serra do Alvão; na segunda, a sul, com altitude média de 200 a 400m, prevalecem os vales, e coincide com a região demarcada do Douro, exposta ao sol, protegida dos ventos, portanto mais quente e seca; a de montanha é intermédia. No global, pode considerar-se um clima mediterrâneo com verões quentes e secos e invernos suaves e medianamente chuvosos. Em relação á hidrologia, o concelho é drenado quase exclusivamente pelo rio Tinhela um afluente do Tua, no qual desaguam algumas ribeiras.

A paixão e dedicação enraizada na família Águia Moura que advém do cultivo da vinha e da terra, impulsionou a concretização do sonho de produzir os seus próprios vinhos com a construção do seu Centro de Vinificação no ano de 2007.

Munido de todos os requisitos necessários à produção de vinhos de extrema qualidade, este centro inaugurou-se na vindima desse mesmo ano, com a produção de Vinhos de Quinta Brancos e Tintos.

A equipa de enologia é liderada pelos Enólogos, João Silva e Sousa e Francisco Baptista.

BABYLON’S PEAK

Os vinhos Simply Wild são produzidos pela vinícola Babylon’s Peak, localizada em Swartland, uma importante região produtora de vinhos na África do Sul.  Stephan Basson, o proprietário, produtor e 4ª geração da família, é responsável pela vinícola desde 2003.

Como tem sido a tradição, toda a família trabalha e participa do processo de produção dos vinhos.  Cada membro da família trata com prioridade cada etapa do processo, podendo assim garantir um resultado extraordinário e vinhos de qualidade.

A vinícola está mais precisamente localizada em Paardeberg Mountain, aonde o terroir é único na região de Swartland.  Os vinhedos estão plantados a uma altitude mais elevada, resultando numa temperatura média menor, comparado com outras regiões . A base do solo é de granito, o qual é formado por rochas de granito presente em toda região.

Pelo fato de estar localizada ao sul de Swartland, Babylon’s Peak foi uma das vinícolas pioneiras na indústria de vinhos da região.

A fazenda tem um total de 350 hectares, produzindo 2.500 toneladas de uvas por ano, das quais são 70% para vinhos tintos e 30% para vinhos brancos.

A produção anual total é de 150.000 garrafas das principais uvas da região, dentre elas, Chenin Blanc, Shiraz, Cabernet Sauvignon e Pinotage.

BAUDRON

A região de Maipú, na Província de Mendoza (Argentina), é o lugar que escolheu a família Baudron para elaborar seus vinhos. A vinícola, construída entre 1908 e 1912, encontra-se rodeada por um antigo parque onde, em um original jogo arquitetônico, misturam-se os primeiros espaços com os de estilo moderno, construídos mais tarde.

O estabelecimento conta atualmente com uma capacidade de 4.000.000 de litros anuais. A penumbra e a temperatura constante fazem de suas bodegas o lugar ideal para os vinhos tintos de guarda que continuam sua magia nas garrafas até alcançar sua plenitude.

O cuidado na colheita e na moenda das uvas, juntamente com o processo de fermentação controla a baixas temperaturas, proporcionam ao vinho novo as formas de tipicidade da variedade que lhe deu origem. O estrito acompanhamento e a incorporação de tecnologia avançada na vinificação e fracionamento, permitem garantir a excelência na qualidade dos vinhos.

 

Os vinhos de Baudron Bodegas y Viñedos provém de uvas de diversos vinhedos localizados no Oásis Leste de Mendoza, selecionados cuidadosamente por uma equipe de profissionais qualificados para garantir a qualidade dos produtos.

O Leste mendocino é o polo produtor por excelência da província. As condições de solo e clima fazem desta região o lugar ideal para o cultivo das mais nobres uvas. Uma marcante amplidão térmica: dias ensolarados e noites frescas; escassas chuvas e solos arenosos e permeáveis, são as características deste terreno.

Baudron Bodegas y Viñedos com mais de 60 anos de paixão e trabalho familiar, dedicados à vinicultura. Foi fundada em 1940 por uma família de imigrantes franceses e italianos que escolheram terras mendocinas para aplicar sua experiência de viticultores europeus. Mais tarde, os herdeiros de Don Luis Baudron continuam a tradição vitivinícola que seu pai tinha começado no princípio do século passado, até que, em 1986, Rubén Leta adquire a empresa e se torna seu novo proprietário.

Desde então Bodegas Baudron tem crescido constantemente, com a incorporação de novas tecnologias, criando novos vinhos que combina tradição e maturidade, com a nova visão mundial.

Cada dia, cada uma das quais fazem parte da vinícola escrever a história desta empresa familiar, enraizado na cultura de Mendoza.

BRUNELLI

A área de Montalcino está mergulhada na tradição rural, onde, no passado, as famílias do país viviam em fazendas de diferentes tamanhos.

A cidade medieval de Montalcino está localizada em uma cadeia de colinas entre Siena ao norte e o Monte Amiata ao sul. A área é famosa pelo seu vinho típico:”Brunello di Montalcino“.

A pequena fazenda Brunelli encontra-se no meio das colinas de Montalcino. É de propriedade de Mauro Brunelli e Anna Savini, ambos descendentes de famílias de agricultores que sempre viveram em Montalcino.

Como ocorreu na década de 1960, um momento difícil para o setor agrícola, a família Brunelli deixou sua vida doméstica e agrícola para a cidade e se envolveu em outras atividades.

Em 1964, a família voltou para a fazenda e com apenas 3 hectares de terra começaram a planejar a produção de vinho. O filho de Mauro e Anna, Luca, decidiu cultivar a propriedade após completar seus estudos. Como resultado, a família começou a produzir vinho. Em 1998, eles compraram mais terra em que plantaram um novo vinhedo de 3 hectares.

A fazenda Brunelli atualmente cobre 20 hectares de terra, 8 das quais são vinhedos. 6 deles plantada sob registro Brunello di Montalcino para D.O.C.G. (Origem Garantida e Controlada). Outros 4 Ha são parte da propriedade na área de Montecucco, onde 3 Ha são Plantadas sob videiras. A fazenda também tem alguns hectares de olivais e bosques. Uma pequena quantidade de azeite também é produzida.

Alguns dos vinhos amadurecem em barris médios/grandes, enquanto o resto é colocado em barricas de carvalho francês na vinícola recentemente restaurada. A coisa mais importante sobre a produção de vinho é usar uma técnica de cultivo que ofereça um vinho de boa qualidade com uma quantidade menor de uvas. As especificações oficiais de produção exigem que não sejam produzidas mais de 8 toneladas de uvas por hectare. Embora não seja fácil cultivar menos uvas, é a melhor maneira de obter bons resultados.

CALDIROLA

Em 1897, Caldirola era uma simples osteria em Contra, uma pequena aldeia na Comune di Missaglia, onde a atual sede da Casa Vinícola Caldirola se baseia. Foi aqui que a historia de Ferdinando Caldirola, que iria ligar três gerações de sua família as mesas da população italiana, teve seu começo. Durante a década de 1940, Ferdinando, junto com seu filho Gaetano, transformaram a osteria, na época um popular ponto de encontro para os locais, em um ponto de vendas mais estruturado. Ele até se ramificou para a venda de carnes curadas, um negócio que exigiria o envolvimento de todos os membros da família. No começo, o negócio era pequeno. Contudo, lentamente o comércio de vinho começou a se tronar mais significativo, até eventualmente se estabelecer como a principal atividade comercial da empresa que começou a vender vinhos a cinquenta anos.

Nos anos sessenta, o vinho é um produto muito amado que incita o relaxamento e aquece a atmosfera à mesa. Durante a década de 1960, Gaetano Caldirola explora os melhores vinhedos da região do Piemonte: barbera, nebbiolo e moscato como ponto de partida. Ele então contrata mais sete pessoas para ajuda-lo a engarrafar os vinhos. Na época, a máquina usada era manual e havia apenas um único caminhão que transportava o vinho da estação de trem até Missaglia. A pequena empresa teve sucesso e a osteria da área apreciava o design das garrafas em que o vinho era mantido e vendido. As garrafas ainda não possuíam rótulos, apenas diferentes tampas de garrafas coloridas, para distinguir os vários vinhedos. O vidro era gravado com as palavras “Cardirola Vinhos”. As garrafas menores, aquelas com um quarto de litro, atraíam um novo tipo de cliente e os funcionários das vendas começaram a apresenta-las como uma opção de bebida. Durante a década seguinte, os seguintes nomes ganharam importância: Innocente, Alfa, Bianchi, Falk, Pirelli, Vismara…

Durante os anos setenta, as instalações de engarrafamento se tronam cada vez mais tecnológicas até se tronarem totalmente automatizadas. A adega de Gattinara na província de Verceli torna-se parte da infraestrutura permanente de produção da Caldirola onde os vinhos passam por um processo de fermentação natural. Caldirola escolhe a região da Lombardia como local mais adequado para a comercialização de seus vinhos, uma região que não só oferece a possibilidade de novos mercados mas também a disponibilidade de serviços que são necessários nas imediações. Novas oportunidades de varejo aumentam rapidamente e estão prontas para serem adquiridas. Varejo em larga escala é o novo objetivo e Nando Caldirola está pronto para seguir esse caminho. O rótulo “La Cacciatora” torna-se o protagonista de campanhas promocionais que vem a se tornar um meio regular de comunicar questões importantes. A alta qualidade do vinho é associada a um preço razoável e a variedade se torna mais vasta; de Piedmont a Toscana, da Sicília a Abruzos. O varejo em larga escala torna-se uma boa desculpa para fazer mudanças significativas no processo de produção. A empresa introduz a campanha “vazio se perde” e encoraja os consumidores a reciclarem suas garrafas de vinho de vidro. é desta forma que a consciência ambiental da empresa aumenta, passando a ter um papel mais importante ao longo do tempo.

Com a consolidação das vendas no mercado italiano, a empresa começa a procurar por oportunidades de vendas em novas área. O primeiro passo de Cardirola fora da Itália começa com a Alemanha, então Bélgica, Luxemburgo e finalmente Moscow. É nesse período que o “Dama” de cinco litros nasce, com um colar, criado pessoalmente por Nando Caldirola. O “Dama” entra para os livros de história das garrafas de vinho e embora seja um formato de garrafa que se torna a norma para os consumidores italianos, no exterior trona-se a marca registrada da empresa.

Neste novo século, a empresa adquire o sucesso que merece como o líder italiano de vendas no setor de vidro. No entanto, os primeiros cinco anos do milênio são um período de grande transição na gestão familiar da empresa; Nando desiste da gestão e a Casa Vinícola Caldirola inicia um novo caminho, guiado por vários empresários. A nova gestão que possui experiência enológica significativa, continua a alcançar e superar os objetivos já seus objetivos, o que esta em linha com o crescimento do mercado interno, maior crescimento das exportações, o lançamento de em linha com as necessidades do mercado, uma excelente relação preço-qualidade e uma mistura de serviços sobre medida feitos especificamente para o setor de varejo em larga escala. A empresa já possui parcerias significativas com muitos produtores de vinho italianos, bem como com consórcios para a compra de vinhos de alta qualidade.

GRUPO PEÑAFLOR

Somos um grupo de Vinícolas argentinas, com prestígio nacional e internacional, reconhecido como um dos dez primeiros produtores de vinho a nível mundial. Através das nossas Vinícolas, oferecemos ao consumidor a mais generosa e ampla gama de vinhos argentinos. Acreditamos fortemente no valor das nossas marcas e sabemos como responder as exigências do mercado, sempre à procura dos mais altos padrões de qualidade.

Como organização, valorizamos os relacionamentos profundos e duradouros e, portanto, o nosso alvo e o nosso esforço têm o foco no crescimento ao longo de toda nossa cadeia de valor e em assumir uma conduta honesta, transparente, ética e responsável em cada vínculo que estabelecemos com os nossos empregados, fornecedores e clientes. Trabalhamos em equipe e com paixão, comprometendo-nos dia após dia na gestão dos nossos objetivos.

Em dezembro de 2010, a Família Bemberg adquiriu a totalidade do pacote acionário do Grupo Penaflor, o que significou o marco do começo de um novo ciclo para a nossa Companhia.

É um grande orgulho para nós contar com o apoio de um acionista com o prestígio da Família Bemberg, por sua sólida e reconhecida trajetória, bem como por sua vocação de construir um projeto de longo prazo, baseado numa forte liderança e projeção internacional.

Temos a profunda convicção de que o sucesso exige talento, disciplina, desfrutar o que fazemos, riqueza do intercâmbio, aceitar novas ideias e melhorar de forma permanente. Acreditamos estar sempre abertos para o aprendizado, pois o consideramos essencial para desenvolver com humildade o nosso “fazer” cotidiano. E, certamente, achamos que a diversidade das nossas Vinícolas, terras e climas, nossos produtos, nossa gente, nossas marcas, tudo isso, leva definitivamente para um modelo de negócio mais sólido e sustentável no longo prazo. Esses atributos auguram oportunidades únicas de desenvolvimento para nós que, sem dúvidas, seguiremos capitalizando para continuar com o nosso caminho de crescimento.

O Grupo Peñaflor surge a partir da integração das prestigiadas e antigas Vinícolas, até se transformar hoje no líder da indústria argentina do vinho.

As Vinícolas são as raízes que nutrem o Grupo Peñaflor. Cada uma delas aporta riqueza na origem e história, em marcas sólidas e reconhecidas, em experiência profissional, na forma de interpretar e saber satisfazer as necessidades dos consumidores. A capacidade de integrar as Vinícolas, suas identidades e essências, têm permitido ao Grupo Peñaflor oferecer ao consumidor, através delas, a mais generosa e ampla gama de vinhos Argentinos.

A filosofia do Grupo Peñaflor se baseia na procura dos mais altos padrões de qualidade em produtos e serviços, com o foco nas eficiências e na abordagem inovadora dos mercados e negócios. Esses são os drivers que estimulam sua gestão e lhe permitem desenvolver propostas diferenciadas para clientes e consumidores. Sustentado nesse enfoque, o Grupo Peñaflor é hoje o maior exportador de vinhos da Argentina e é o detentor de uma grande trajetória e reconhecimento internacional.

Ancorado num olhar de longo prazo, o Grupo Peñaflor continua andando pelo seu caminho rumo à evolução. Aos sucessos conseguidos e às fortalezas existentes, hoje continua acrescentando novas práticas e processos de excelência na sua gestão, desenvolvendo maiores capacidades organizacionais para alcançar, de forma sustentável, o sonho de se transformar num dos cinco grupos líderes da indústria vitivinícola internacional.

LOMA LARGA

Don Manuel Joaquín Díaz Escudero Alvarez de Toledo, bisavô dos donos da Loma Larga, trouxe pessoalmente, em suas constantes viagens a Paris e Bordeaux, cepas dessas terras que plantou com ajuda de enólogos vindos também da França, na sua fazenda “Chacra Victoria”, localizada em uma área ao oeste do que é hoje a rua Santa Rosa na cidade de Santiago.

Com o sonho de manter esta tradição vinícola, que levou a seus antepassados a produzir vinhos de alta qualidade, que exportaram à Europa, como se constata na exposição de vinhos de Paris em 1889, la família iniciou a plantação dos atuais vinhedos da Loma larga em 1999.

Previamente, já em 1994 começaram os estudos de clima e solo para entender o potencial do “Terroir” de Loma Larga.

Durante más de 13 anos foram realizado estudos e provas do nosso “Terroir” de Casablanca, o que nos permitiu nos diferenciar da grande maioria dos vinhos Chilenos. Por 5 anos estudamos as temperaturas e solos das 711 hectares do Fundo Loma Larga. A partir de 1999 foram plantados 148 Ha de vinhedos com variedades brancas e tintas, algumas delas não tradicionais no Valle de Casablanca, como Cabernet Franc, Malbec e Syrah.

Esta idéia vanguardista teve êxito desde as primeiras safras, encontrando o apoio irrestrito de vários críticos nacionais e estrangeiros, para quem foi uma descoberta, o perfil particular que possuem os vinhos de Casablanca, seu frescor e grande potencial aromático.

LUA CHEIA EM VILA VELHAS

 

O projeto Lua Cheia em Vinhas Velhas resulta da ligação apaixonada que os seus 3 fundadores – João Silva e Sousa, Francisco Baptista e Manuel Dias – mantêm com o Douro há mais de duas décadas. Depois de tantos anos a serem surpreendidos por esta região vitícola única, em 2009 chegou a altura de mostrar a forma como viam os vinhos do Douro. A história da empresa começa nesse ano, com vinhos brancos de Murça – uma zona esquecida pelo progresso, mas que produz vinhos únicos e cheios de identidade. Em 2010, iniciou-se um investimento na adega em Martim, Douro, e, em 2012, na região berço do Alvarinho, Monção. Em 2013, também se iniciou uma parceria no Alentejo, vinificando-se em instalações de terceiros as uvas escolhidas e adquiridas na região de Estremoz.

 

O projeto Lua Cheia em Vinhas Velhas resulta da ligação apaixonada que os seus 3 fundadores – João Silva e Sousa, Francisco Baptista e Manuel Dias – mantêm com o Douro há mais de duas décadas. Depois de tantos anos a serem surpreendidos por esta região vitícola única, em 2009 chegou a altura de mostrar a forma como viam os vinhos do Douro. A história da empresa começa nesse ano, com vinhos brancos de Murça – uma zona esquecida pelo progresso, mas que produz vinhos únicos e cheios de identidade. Em 2010, iniciou-se um investimento na adega em Martim, Douro, e, em 2012, na região berço do Alvarinho, Monção. Em 2013, também se iniciou uma parceria no Alentejo, vinificando-se em instalações de terceiros as uvas escolhidas e adquiridas na região de Estremoz.

QUINTA DE S. SEBASTIÃO

Da paixão de António Parente por Arruda dos Vinhos, pela vinha e pela sua Quinta, nasceu um projecto único e ambicioso. Mais do que produzir vinhos de exelência, carácter e com identidade forte, António Parente quer partilhar com o mundo o que de melhor se faz em Portugal.

Prova disso são os vinhos Quinta de S. Sebastião, com corpo, estrutura e elegância. Todas as marcas combinam o saber dos tempos com o requinte da enologia moderna, e a frescura que os liga à região sente-se em cada trago.

Os prêmios conquistados testemunham a qualidade que representam e acompetência com que são produzidos.

O projeto Quinta de S. Sebastião nasce da vontade do seu proprietário, António Parente, colocar no mapa a sub-região de Arruda dos Vinhos, unindo os seus produtores num projeto único, sob a umbrella da marca Quinta de S. Sebastião.

Pretende-se com este desafio juntar produtores, num projeto estruturante e abrangente para a região, com a produção de vinhos de qualidade inquestionável, partindo para a conquista de mercados altamente competitivos.

ENOLOGO : Filipe Sevinate Pinto

REGIÃO : Lisboa , Portugal

LOCALIZAÇÃO DAS VINHAS : Arruda dos Vinhos, Portugal. Vinhas maioritariamente de encosta, ao alto. Arruda dos Vinhos, Portugal.

CLIMA : Mediterrâneo com forte influência Atlântica.

SOLO : Argilo-Calcário.

A Quinta São Sebastião tem a ambição de produzir vinhos com qualidade e prestígio, com grande criatividade nos blends, capazes de competir com as melhores produções nacionais e internacionais.

O projeto Quinta de S. Sebastião assenta na Exclusividade, Competência e Paixão, valores que orientam a nossa conduta e definem a nossa ambição.

CASA AGRÍCOLA SANTANA RAMALHO

São 3 propriedades que compõem a Casa Agrícola Santana Ramalho. A Quinta de Sabicos, a Vinha das Pedras e a Quinta do Tomilho. Ao todo somam perto de 100 hectares de vinhas, superiormente geridas por um homem que dispensa apresentações: Joaquim Madeira.

Quinta de Sabicos – Com solos essencialmente graníticos, de difícil drenagem em alguns locais, é onde temos encepamentos de Antão Vaz, Arinto e Chardonnay, no caso de castas brancas. Trincadeira, Aragonês, Tinta Caiada e Cabernet Sauvignon compõe as vinhas de casta tinta.

Vinha das Pedras – Assente em solos graníticos com afloramentos rochosos, tem 4 hectares. Tem lençol freático no subsolo. Aqui encontramos as castas Trincadeira e Alicante Bouschet.

Quinta do Tomilho – Solos de matriz argilo-calcária vermelha, com pedras roladas (rañas). Encontramos aqui as castas Alicante Bouschet, Trincadeira, Alfrocheiro, Castelão e Cabernet Sauvignon.

O Eng. Joaquim Madeira, com mais de 50 anos ligados aos vinhos, conhece todos os ses segredos e quando se fala em terroir, poucos têm tanto conhecimento dos terrenos que pisa.

A sua arte e arquitetura de vinhos são superiores. A sua assinatura é sinónimo de qualidade e de vinhos do outro Mundo! Paixão, tenacidade e dedicação. Os adjetivos serão sempre muito pouco para definir a vida e obra do Eng. Joaquim Madeira.

A “Avó Sabica”, era precisamente a matriarca, avó do Eng. Joaquim Madeira, sendo que a família com tal denominação assim era designada por familiares e amigos; a Família Sabica destacou-se em meados do Séc. XIX e eram agricultores das Aldeias de Montoito.

Pelas Aldeias de Montoito, a cadeia de valor sempre foi essencialmente constituída pela agricultura e pastoreio, sob condições edafo-climatéricas mediterrânicas e solos graníticos e xistosos. Além de vinha, temos montados de azinho, olival, cereais e pecuária.

O Foral foi atribuído pelo Rei D. Manuel I a Montoito no ano de 1517.Em termos vínicos, está inserida na sub-região do Redondo, da Denominação de Origem Alentejo.

VINÍCOLA VIÑA VON SIEBENTHAL

Por mais de duas décadas, Mauro von Siebenthal, um advogado suíço e aficionado por vinho, teve um sonho. Em 1998, com o apoio financeiro de quatro amigos, Viña von Siebenthal finalmente se tronou realidade. A filosofia harmoniosa da Vinã von Siebenthal tem produzido um vinho elegante que eloquentemente expressa as extraordinárias características do Valle de Aconcagua terroir.

A filosofia por trás da Viña von Siebenthal é similar a do Bordeaux chateaux, vinhedos, adega e a casa se misturam harmoniosamente para facilitar a criação de um vinho excepcional.

Os quatro vinhedos principais de Viña von Siebenthal estão na histórica área vitícola de Panquehue, no vale de Aconcagua. Essa é uma sub denominação do vale de Aconcagua no Chile e uma das mais exclusivas e prestigiosas áreas no Chile para a produção das variedades de Bordeaux tinto e branco. É uma área semidesértica entre os Andes e o Oceano Pacífico. O clima ideal, garante as excelentes condições fitossanitárias.

Através do estudo meticuloso do solo e da exposição a luz solar, nós determinamos as áreas mais adequadas para as várias uvas. Para o Merlot e o Cabernet Franc é o solo argioloso-calcário das planícies, enquanto o solo cálido e arenoso das colinas, é ideal para o Cabernet Sauvignon, o Syrah, o Carmenére e o Petit Verdot.

As vinhas são cultivadas usando os princípios de cultivo orgânico e um cuidadoso respeito pelo meio ambiente. A produção é drasticamente reduzida para intensificar o aroma das uvas. A colheita é feita durante as primeiras horas da manhã para evitar a micro fermentação. O processo de vinificação começa imediatamente após a colheita.

 

A adega de Viña von Siebenthal (em espanhol “bodega”) é uma elegante mistura de tecnologia de ponta e respeito pelas tradições arquitetônicas da “casona” Chilena, a mansão tradicional do estilo colonial do país.

TORRE ORIA

Um vinho nascido para expressar qualidade e caráter, um verdadeiro estilo de vida, preciso na tradição, mas também inovador, uma visão no futuro.

Um vinho para todos… para os apreciadores de hoje e de amanhã!

Uma antiga vinícola com uma história única, um lugar onde emoção toma a forma de bom vinho.

Fundada em 1897 pela família Oria de Rueda e localizada no Dominion do Derramador em Requena, Torre Oria é uma das vinícolas mais prestigiadas de Valência.

Torre Oria é reconhecida como a primeira vinícola localizada fora da área de Penedes a produzir sob a denominação de origem Cava.

Seus vinhos estão sob a denominação de Origin Utiel- Requena e Valência.

As maiores marcas da vinícola de vinho e Cava são Torre Oria e Marqués de Requena.